O ano de 2026 marca uma mudança estrutural no marketing digital: a transição da era da experimentação para a era da execução. O surgimento de novas tecnologias como a Inteligência Artificial, antes vistas como inovações a serem testadas, agora compõem a base das operações estratégicas nas empresas. No Brasil, o uso de IA nas empresas teve um salto de 16,9% para 41,9% entre 2023 e 2025 – percentual superior à média global, que passou de 8,7% para 20,2% no mesmo período. No artigo da semana, conversamos com o Head de Marketing da BFC, Renato Cavalcanti, para aprofundar como novas diretrizes do marketing estratégico moldam o dia a dia de grandes operações.
O ESG surgiu como uma forma de avaliar empresas para além dos números do balanço, considerando também seu impacto socioambiental e a qualidade da sua gestão. No Brasil, esse movimento deixou de ser discurso e passou a se consolidar na prática.
No cenário de negócios brasileiro, a Inteligência Artificial (IA) deixou de ser uma mera tendência para se tornar uma infraestrutura essencial para decisão, operação e diferenciação competitiva. Segundo uma pesquisa encomendada pela IBM, 78% das companhias no Brasil planejam aumentar seus investimentos na tecnologia até o final de 2025. Os gastos com IA no país devem crescer 30% em relação a 2024, ultrapassando US$ 2,4 bilhões, impulsionados, principalmente, por IA generativa e agentes autônomos.
O cenário econômico para a indústria brasileira apresentou um sinal de alerta em agosto, registrando o desempenho mais fraco para o mês desde 2015. A informação, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em sua mais recente Sondagem Industrial, destoa da tendência histórica, que costuma apontar para uma expansão da atividade no período.
Em decisão unânime e já esperada pelo mercado financeiro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) optou por manter a taxa básica de juros, a Selic, em 15% ao ano. A decisão, anunciada nesta quarta-feira (17), mantém a taxa no maior patamar em quase 20 anos, comparável ao nível de julho de 2006.
O Banco Central (BC) anunciou recentemente que as regras de padronização do Pix Parcelado deverão ser divulgadas ainda em setembro. De acordo com o presidente da instituição, Gabriel Galípolo, a modalidade poderá ser utilizada por cerca de 60 milhões de pessoas que atualmente não possuem acesso ao cartão de crédito. A inovação promete estimular o uso do Pix no varejo para a compra de bens e serviços, especialmente aquelas de valor mais elevado que demandam parcelamento.
Cuidar de pessoas vai muito além do ambiente de trabalho. Por isso, unimos duas campanhas de grande importância social em uma única ação de conscientização: Agosto Lilás, que chama atenção para o combate à violência contra a mulher, e Setembro Amarelo, que reforça a importância da prevenção ao suicídio e do cuidado com a saúde m
O IPCA-15 registrou queda de 0,14% em agosto, puxado principalmente pela energia elétrica e alimentos. Apesar do alívio pontual nos custos, a deflação foi localizada e não reflete uma tendência de redução generalizada de preços. Para os empresários, o cenário segue exigindo cautela: crédito mais barato ainda não chegou e manter o caixa saudável continua sendo prioridade.
A Pesquisa de Economia Bancária e Expectativas da Febraban, realizada entre 5 e 11 de agosto com 20 bancos, revelou que 70% das instituições financeiras acreditam que o ciclo de redução da taxa Selic começará no 1º trimestre de 2026. Até o fim de 2025, a expectativa é de manutenção da taxa em 15% ao ano.